Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Novo remédio pode evitar quatro mil AVC por ano…

Novo remédio pode evitar quatro mil AVC por ano

Fármaco para doentes com fibrilhação auricular é mais fácil de tomar e não interfere com outros remédios. Os doentes deixam de ter de fazer análises regulares e de ajustar as doses a tomar

Um novo tratamento poderá evitar que quatro mil portugueses sofram um acidente vascular rerebral (AVC) todos os anos. Actualmente, há cem mil doentes com fibrilhação auricular, a forma mais comum de arritmia, e que é responsável por "cerca de cinco mil AVC todos os anos", um quinto dos registados no País, revela ao DN Jorge Ferreira, cardiologista no Hospital de Santa Cruz.

O medicamento mais utilizado até aqui prevenia "66% dos AVC nestes doentes". No entanto, só 25% estavam devidamente controlados e só metade do universo total podia ser tratada com este fármaco. "Com o novo produto, só uma minoria ficará de fora", esclarece, acrescentando que se espera a aprovação no mercado europeu em 2010. Os primeiros resultados da substância dabigatran foram apresentados ontem no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia e publicados no New England Journal of Medicine. A fibrilhação auricular é a arritmia cardíaca e vai afectar 25% da população ao longo da vida. Esta perturbação que impede que o sangue seja bombeado, está associada à formação de coágulos, por- que o sangue estagna. É por isso que o risco de AVC quintuplica e o de morte duplica.

Stuart Connoly, investigador principal do estudo RE-LY, explica que "o objectivo era encontrar um remédio com bons resultados em termos de segurança e eficácia, mas que não obrigasse a fazer monitorização regular" com análises. A varfarina, a molécula que era usada na prevenção de AVC e da formação de coágulos noutras áreas além do cérebro, era a solução mais eficaz até aqui (a aspirina é a alternativa com menos sucesso). No entanto, as doses administradas tinham de ser ajustadas frequentemente", refere Stefan Hohnloser, professor de Medicina e Cardiologia na Universidade Goethe, em Frankfurt (Alemanha).

A monitorização dos doentes que tomavam varfarina tinha de ser feita pelo menos uma vez por mês. O objectivo era verificar o nível de coagulação do sangue. Se a coagulação for excessiva, formam-se trombos (coágulos); mas se a actuação do remédio for excessiva, o doente pode ter hemorragias.

De acordo com os resultados do estudo, que envolveu 18 113 doentes de 44 países (117 dos quais portugueses), a ocorrência de AVC ou embolias sistémicas diminuiu 8% com a dose mais reduzida de 110 mg do novo produto e 34% com a dose de 150 mg, quando comparados com o remédio anterior. Já o risco de ter um AVC hemorrágico caiu respectivamente 69% e 74% em relação à varfarina, com a aplicação do medicamento nas diferentes doses e duas vezes por dia. O número de hemorragias graves na sequência do tratamento caiu 20% com a dose menor e apenas 7% com a dose maior de dabigatran. Ain- da assim, sempre abaixo do que acontecia com a varfarina, substância com mais de 50 anos. Também a mortalidade caiu 9% e 12% em relação com este produto, apesar da ligeira subida no nú- mero de enfartes e de algumas reacções adversas.

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Novo remédio pode evitar quatro mil AVC por ano…

Novo remédio pode evitar quatro mil AVC por ano

Fármaco para doentes com fibrilhação auricular é mais fácil de tomar e não interfere com outros remédios. Os doentes deixam de ter de fazer análises regulares e de ajustar as doses a tomar

Um novo tratamento poderá evitar que quatro mil portugueses sofram um acidente vascular rerebral (AVC) todos os anos. Actualmente, há cem mil doentes com fibrilhação auricular, a forma mais comum de arritmia, e que é responsável por "cerca de cinco mil AVC todos os anos", um quinto dos registados no País, revela ao DN Jorge Ferreira, cardiologista no Hospital de Santa Cruz.

O medicamento mais utilizado até aqui prevenia "66% dos AVC nestes doentes". No entanto, só 25% estavam devidamente controlados e só metade do universo total podia ser tratada com este fármaco. "Com o novo produto, só uma minoria ficará de fora", esclarece, acrescentando que se espera a aprovação no mercado europeu em 2010. Os primeiros resultados da substância dabigatran foram apresentados ontem no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia e publicados no New England Journal of Medicine. A fibrilhação auricular é a arritmia cardíaca e vai afectar 25% da população ao longo da vida. Esta perturbação que impede que o sangue seja bombeado, está associada à formação de coágulos, por- que o sangue estagna. É por isso que o risco de AVC quintuplica e o de morte duplica.

Stuart Connoly, investigador principal do estudo RE-LY, explica que "o objectivo era encontrar um remédio com bons resultados em termos de segurança e eficácia, mas que não obrigasse a fazer monitorização regular" com análises. A varfarina, a molécula que era usada na prevenção de AVC e da formação de coágulos noutras áreas além do cérebro, era a solução mais eficaz até aqui (a aspirina é a alternativa com menos sucesso). No entanto, as doses administradas tinham de ser ajustadas frequentemente", refere Stefan Hohnloser, professor de Medicina e Cardiologia na Universidade Goethe, em Frankfurt (Alemanha).

A monitorização dos doentes que tomavam varfarina tinha de ser feita pelo menos uma vez por mês. O objectivo era verificar o nível de coagulação do sangue. Se a coagulação for excessiva, formam-se trombos (coágulos); mas se a actuação do remédio for excessiva, o doente pode ter hemorragias.

De acordo com os resultados do estudo, que envolveu 18 113 doentes de 44 países (117 dos quais portugueses), a ocorrência de AVC ou embolias sistémicas diminuiu 8% com a dose mais reduzida de 110 mg do novo produto e 34% com a dose de 150 mg, quando comparados com o remédio anterior. Já o risco de ter um AVC hemorrágico caiu respectivamente 69% e 74% em relação à varfarina, com a aplicação do medicamento nas diferentes doses e duas vezes por dia. O número de hemorragias graves na sequência do tratamento caiu 20% com a dose menor e apenas 7% com a dose maior de dabigatran. Ain- da assim, sempre abaixo do que acontecia com a varfarina, substância com mais de 50 anos. Também a mortalidade caiu 9% e 12% em relação com este produto, apesar da ligeira subida no nú- mero de enfartes e de algumas reacções adversas.

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Novo remédio pode evitar quatro mil AVC por ano

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Um novo tratamento poderá evitar que quatro mil portugueses sofram um acidente vascular rerebral (AVC) todos os anos. Actualmente, há cem mil doentes com fibrilhação auricular, a forma mais comum de arritmia, e que é responsável por "cerca de cinco mil AVC todos os anos", um quinto dos registados no País, revela ao DN Jorge Ferreira, cardiologista no Hospital de Santa Cruz.

O medicamento mais utilizado até aqui prevenia "66% dos AVC nestes doentes". No entanto, só 25% estavam devidamente controlados e só metade do universo total podia ser tratada com este fármaco. "Com o novo produto, só uma minoria ficará de fora", esclarece, acrescentando que se espera a aprovação no mercado europeu em 2010. Os primeiros resultados da substância dabigatran foram apresentados ontem no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia e publicados no New England Journal of Medicine. A fibrilhação auricular é a arritmia cardíaca e vai afectar 25% da população ao longo da vida. Esta perturbação que impede que o sangue seja bombeado, está associada à formação de coágulos, por- que o sangue estagna. É por isso que o risco de AVC quintuplica e o de morte duplica.

Stuart Connoly, investigador principal do estudo RE-LY, explica que "o objectivo era encontrar um remédio com bons resultados em termos de segurança e eficácia, mas que não obrigasse a fazer monitorização regular" com análises. A varfarina, a molécula que era usada na prevenção de AVC e da formação de coágulos noutras áreas além do cérebro, era a solução mais eficaz até aqui (a aspirina é a alternativa com menos sucesso). No entanto, as doses administradas tinham de ser ajustadas frequentemente", refere Stefan Hohnloser, professor de Medicina e Cardiologia na Universidade Goethe, em Frankfurt (Alemanha).

A monitorização dos doentes que tomavam varfarina tinha de ser feita pelo menos uma vez por mês. O objectivo era verificar o nível de coagulação do sangue. Se a coagulação for excessiva, formam-se trombos (coágulos); mas se a actuação do remédio for excessiva, o doente pode ter hemorragias.

De acordo com os resultados do estudo, que envolveu 18 113 doentes de 44 países (117 dos quais portugueses), a ocorrência de AVC ou embolias sistémicas diminuiu 8% com a dose mais reduzida de 110 mg do novo produto e 34% com a dose de 150 mg, quando comparados com o remédio anterior. Já o risco de ter um AVC hemorrágico caiu respectivamente 69% e 74% em relação à varfarina, com a aplicação do medicamento nas diferentes doses e duas vezes por dia. O número de hemorragias graves na sequência do tratamento caiu 20% com a dose menor e apenas 7% com a dose maior de dabigatran. Ain- da assim, sempre abaixo do que acontecia com a varfarina, substância com mais de 50 anos. Também a mortalidade caiu 9% e 12% em relação com este produto, apesar da ligeira subida no nú- mero de enfartes e de algumas reacções adversas.

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O que precisa de saber para negociar um novo empréstimo…

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

Saiba quanto poderá poupar se conseguir reduzir o ‘spread’ aplicado ao seu crédito à habitação.

Apesar das taxas Euribor estarem em mínimos históricos, os bancos têm vindo a aumentar os ‘spreads'. O Diário Económico mostra-lhe o que precisa de saber sobre os ‘spreads' no crédito da casa.

1. Quem contrata agora um empréstimo consegue juros mais baixos?
Não necessariamente. Isto porque, apesar de beneficiar das taxas Euribor com valores mínimos, as avaliações bancárias mais baixas, ‘spreads' mais elevados e financiamento até 80% do valor do imóvel constituem o cenário "oferecido" pelos bancos. Desta forma, o "ganho" com a descida dos indexantes é, em parte anulado, com o ‘spread'.

2. O que é o ‘spread'?
O ‘spread' corresponde à margem dos bancos, ao lucro por concederem crédito. Os indexantes traduzem o custo de financiamento dos bancos no mercado internacional. Assim, o banco acresce o ‘spread' ao indexante que assim obtém mais-valias no negócio de concessão de crédito.

3. Qualquer cliente tem acesso ao ‘spread' mínimo?
Não. Por norma, o acesso ao ‘spread' mínimo no crédito à habitação implica preencher um conjunto de requisitos. Além da subscrição de alguns produtos é avaliado o risco do cliente para o banco, e quanto menor o risco melhores as condições.

4. Como renegociar o 'spread' de um crédito já existente?
Argumente que já amortizou parte do crédito, ou seja, a sua dívida é menor, e, por essa razão, o risco para o banco diminuiu. Avalie a relação bancária e explique que tem sido um bom cliente e cumpridor dos compromissos. Mostre simulações feitas noutros bancos e "ameace" que vai transferir o crédito.

5. Como conseguir negociar o 'spread' num novo contrato de crédito?
Antes de contratar um empréstimo, faça uma simulação no seu banco e também noutras instituições. No caso de a proposta do seu banco não o agradar pode sempre apresentar as simulações efectuadas noutros bancos como elemento negocial. Se outros bancos oferecerem melhores condições, não hesite em fazer aí o seu crédito. Se para lhe reduzir o ‘spread', o banco sugerir a subscrição de um produto verifique se compensa. Isto porque, se a prestação baixar 20 euros mas o novo produto lhe custar, por exemplo, 25 euros por mês, está a perder dinheiro.

6. Vale a pena subscrever produtos para baixar o ‘spread'?
Nem sempre subscrever produtos simplesmente para baixar o ‘spread' compensa. Pedir um cartão de crédito, subscrever um PPR, mais alguns seguros, etc, pode representar um custo inclusivamente mais elevado do que a poupança que irá conseguir por efeito de redução do ‘spread'. O melhor é pedir os valores e fazer as contas. A partir de Outubro já será mais fácil, uma vez que passará a vigorar a lei que introduziu a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER). Esta taxa, além dos custos directos do crédito à habitação, incluindo os encargos iniciais, irá incorporar também os custos dos produtos que o consumidor tem de subscrever para obter a redução do ‘spread' (‘cross-selling'). Assim, o cliente poderá avaliar se a subscrição dos produtos compensa.

7. Quanto poupa se baixar o 'spread', por exemplo, em três pontos percentuais?
Quando reduz o ‘spread', está também a diminuir o custo do crédito e a respectiva prestação mensal. Pode parecer pouca a diferença, mas ao final de um ano poderá poupar umas centenas de euros. Por exemplo, num crédito à habitação de 150 mil euros a 30 anos (indexado à Euribor a seis meses a 2,723%), uma redução de 0,3 pontos percentuais pode originar uma poupança anual superior a 200 euros e mais de 6.200 no total do empréstimo. Partindo do princípio que as condições do empréstimo não se alteram. Com um ‘spread' de 1,5% a prestação a pagar seria de 490,34 euros enquanto com um ‘spread' de 1,2% a prestação baixa para 472,96 euros, ou seja, menos 17,37 euros por mês.

8. O banco pode alterar o ‘spread' de um crédito já existente?
Não. Como em qualquer contrato há um acordo entre partes, e não podem existir alterações decididas unilateralmente, a não ser que o contrato o preveja. Nesse caso o banco terá de comunicar antecipadamente ao cliente a alteração. Com a nova lei, que entra em vigor, em Outubro, os bancos vão deixar de poder aumentar o ‘spread', depois de decorrido um ano após o incumprimento, por parte do cliente, das condições contratas.


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O que precisa de saber para negociar um novo empréstimo…

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

Saiba quanto poderá poupar se conseguir reduzir o ‘spread’ aplicado ao seu crédito à habitação.

Apesar das taxas Euribor estarem em mínimos históricos, os bancos têm vindo a aumentar os ‘spreads'. O Diário Económico mostra-lhe o que precisa de saber sobre os ‘spreads' no crédito da casa.

1. Quem contrata agora um empréstimo consegue juros mais baixos?
Não necessariamente. Isto porque, apesar de beneficiar das taxas Euribor com valores mínimos, as avaliações bancárias mais baixas, ‘spreads' mais elevados e financiamento até 80% do valor do imóvel constituem o cenário "oferecido" pelos bancos. Desta forma, o "ganho" com a descida dos indexantes é, em parte anulado, com o ‘spread'.

2. O que é o ‘spread'?
O ‘spread' corresponde à margem dos bancos, ao lucro por concederem crédito. Os indexantes traduzem o custo de financiamento dos bancos no mercado internacional. Assim, o banco acresce o ‘spread' ao indexante que assim obtém mais-valias no negócio de concessão de crédito.

3. Qualquer cliente tem acesso ao ‘spread' mínimo?
Não. Por norma, o acesso ao ‘spread' mínimo no crédito à habitação implica preencher um conjunto de requisitos. Além da subscrição de alguns produtos é avaliado o risco do cliente para o banco, e quanto menor o risco melhores as condições.

4. Como renegociar o 'spread' de um crédito já existente?
Argumente que já amortizou parte do crédito, ou seja, a sua dívida é menor, e, por essa razão, o risco para o banco diminuiu. Avalie a relação bancária e explique que tem sido um bom cliente e cumpridor dos compromissos. Mostre simulações feitas noutros bancos e "ameace" que vai transferir o crédito.

5. Como conseguir negociar o 'spread' num novo contrato de crédito?
Antes de contratar um empréstimo, faça uma simulação no seu banco e também noutras instituições. No caso de a proposta do seu banco não o agradar pode sempre apresentar as simulações efectuadas noutros bancos como elemento negocial. Se outros bancos oferecerem melhores condições, não hesite em fazer aí o seu crédito. Se para lhe reduzir o ‘spread', o banco sugerir a subscrição de um produto verifique se compensa. Isto porque, se a prestação baixar 20 euros mas o novo produto lhe custar, por exemplo, 25 euros por mês, está a perder dinheiro.

6. Vale a pena subscrever produtos para baixar o ‘spread'?
Nem sempre subscrever produtos simplesmente para baixar o ‘spread' compensa. Pedir um cartão de crédito, subscrever um PPR, mais alguns seguros, etc, pode representar um custo inclusivamente mais elevado do que a poupança que irá conseguir por efeito de redução do ‘spread'. O melhor é pedir os valores e fazer as contas. A partir de Outubro já será mais fácil, uma vez que passará a vigorar a lei que introduziu a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER). Esta taxa, além dos custos directos do crédito à habitação, incluindo os encargos iniciais, irá incorporar também os custos dos produtos que o consumidor tem de subscrever para obter a redução do ‘spread' (‘cross-selling'). Assim, o cliente poderá avaliar se a subscrição dos produtos compensa.

7. Quanto poupa se baixar o 'spread', por exemplo, em três pontos percentuais?
Quando reduz o ‘spread', está também a diminuir o custo do crédito e a respectiva prestação mensal. Pode parecer pouca a diferença, mas ao final de um ano poderá poupar umas centenas de euros. Por exemplo, num crédito à habitação de 150 mil euros a 30 anos (indexado à Euribor a seis meses a 2,723%), uma redução de 0,3 pontos percentuais pode originar uma poupança anual superior a 200 euros e mais de 6.200 no total do empréstimo. Partindo do princípio que as condições do empréstimo não se alteram. Com um ‘spread' de 1,5% a prestação a pagar seria de 490,34 euros enquanto com um ‘spread' de 1,2% a prestação baixa para 472,96 euros, ou seja, menos 17,37 euros por mês.

8. O banco pode alterar o ‘spread' de um crédito já existente?
Não. Como em qualquer contrato há um acordo entre partes, e não podem existir alterações decididas unilateralmente, a não ser que o contrato o preveja. Nesse caso o banco terá de comunicar antecipadamente ao cliente a alteração. Com a nova lei, que entra em vigor, em Outubro, os bancos vão deixar de poder aumentar o ‘spread', depois de decorrido um ano após o incumprimento, por parte do cliente, das condições contratas.


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No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

Saiba quanto poderá poupar se conseguir reduzir o ‘spread’ aplicado ao seu crédito à habitação.

Apesar das taxas Euribor estarem em mínimos históricos, os bancos têm vindo a aumentar os ‘spreads'. O Diário Económico mostra-lhe o que precisa de saber sobre os ‘spreads' no crédito da casa.

1. Quem contrata agora um empréstimo consegue juros mais baixos?
Não necessariamente. Isto porque, apesar de beneficiar das taxas Euribor com valores mínimos, as avaliações bancárias mais baixas, ‘spreads' mais elevados e financiamento até 80% do valor do imóvel constituem o cenário "oferecido" pelos bancos. Desta forma, o "ganho" com a descida dos indexantes é, em parte anulado, com o ‘spread'.

2. O que é o ‘spread'?
O ‘spread' corresponde à margem dos bancos, ao lucro por concederem crédito. Os indexantes traduzem o custo de financiamento dos bancos no mercado internacional. Assim, o banco acresce o ‘spread' ao indexante que assim obtém mais-valias no negócio de concessão de crédito.

3. Qualquer cliente tem acesso ao ‘spread' mínimo?
Não. Por norma, o acesso ao ‘spread' mínimo no crédito à habitação implica preencher um conjunto de requisitos. Além da subscrição de alguns produtos é avaliado o risco do cliente para o banco, e quanto menor o risco melhores as condições.

4. Como renegociar o 'spread' de um crédito já existente?
Argumente que já amortizou parte do crédito, ou seja, a sua dívida é menor, e, por essa razão, o risco para o banco diminuiu. Avalie a relação bancária e explique que tem sido um bom cliente e cumpridor dos compromissos. Mostre simulações feitas noutros bancos e "ameace" que vai transferir o crédito.

5. Como conseguir negociar o 'spread' num novo contrato de crédito?
Antes de contratar um empréstimo, faça uma simulação no seu banco e também noutras instituições. No caso de a proposta do seu banco não o agradar pode sempre apresentar as simulações efectuadas noutros bancos como elemento negocial. Se outros bancos oferecerem melhores condições, não hesite em fazer aí o seu crédito. Se para lhe reduzir o ‘spread', o banco sugerir a subscrição de um produto verifique se compensa. Isto porque, se a prestação baixar 20 euros mas o novo produto lhe custar, por exemplo, 25 euros por mês, está a perder dinheiro.

6. Vale a pena subscrever produtos para baixar o ‘spread'?
Nem sempre subscrever produtos simplesmente para baixar o ‘spread' compensa. Pedir um cartão de crédito, subscrever um PPR, mais alguns seguros, etc, pode representar um custo inclusivamente mais elevado do que a poupança que irá conseguir por efeito de redução do ‘spread'. O melhor é pedir os valores e fazer as contas. A partir de Outubro já será mais fácil, uma vez que passará a vigorar a lei que introduziu a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER). Esta taxa, além dos custos directos do crédito à habitação, incluindo os encargos iniciais, irá incorporar também os custos dos produtos que o consumidor tem de subscrever para obter a redução do ‘spread' (‘cross-selling'). Assim, o cliente poderá avaliar se a subscrição dos produtos compensa.

7. Quanto poupa se baixar o 'spread', por exemplo, em três pontos percentuais?
Quando reduz o ‘spread', está também a diminuir o custo do crédito e a respectiva prestação mensal. Pode parecer pouca a diferença, mas ao final de um ano poderá poupar umas centenas de euros. Por exemplo, num crédito à habitação de 150 mil euros a 30 anos (indexado à Euribor a seis meses a 2,723%), uma redução de 0,3 pontos percentuais pode originar uma poupança anual superior a 200 euros e mais de 6.200 no total do empréstimo. Partindo do princípio que as condições do empréstimo não se alteram. Com um ‘spread' de 1,5% a prestação a pagar seria de 490,34 euros enquanto com um ‘spread' de 1,2% a prestação baixa para 472,96 euros, ou seja, menos 17,37 euros por mês.

8. O banco pode alterar o ‘spread' de um crédito já existente?
Não. Como em qualquer contrato há um acordo entre partes, e não podem existir alterações decididas unilateralmente, a não ser que o contrato o preveja. Nesse caso o banco terá de comunicar antecipadamente ao cliente a alteração. Com a nova lei, que entra em vigor, em Outubro, os bancos vão deixar de poder aumentar o ‘spread', depois de decorrido um ano após o incumprimento, por parte do cliente, das condições contratas.


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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Linha Eco será gratuita a partir de 1 de Setembro…

Câmara pretende diminuir o trânsito automóvel no centro da cidade

Depois de um “ensaio” realizado no Natal passado, a Câmara Municipal do Funchal volta a disponibilizar gratuitamente à população, viagens em quatro autocarros ecológicos que ligam as principais artérias da cidade, com passagens pelas zonas escolar e turística. Um «investimento ambiental» que visa «diminuir a poluição, melhorar a qualidade de vida dos munícipes e diminuir o tráfego de veículos individuais, sobretudo na baixa do Funchal».

A partir do próximo dia 1 de Setembro, e nos seis meses seguintes, os quatro autocarros ecológicos, da Linha Eco da Empresa Horários do Funchal, vão poder ser utilizados gratuitamente pela população.
A medida, apresentada ontem em conferência de imprensa que juntou o presidente da Câmara Municipal do Funchal, secretária regional do Turismo e Transportes, e presidente da empresa de transportes colectivos Horário do Funchal (HF), é entendida por estes responsáveis como sendo «mais um passo no sentido de melhorar a qualidade de vida dos munícipes e visitantes no centro da cidade».
Esta medida, segundo referiu Miguel Albuquerque, vai custar à Câmara cerca de 37 mil euros através de publicidade institucional.
Embora os ganhos não sejam «mensuráveis em termos de dinheiro», o autarca explicou que o grande objectivo está «na melhoria da circulação e igualdade de oportunidades para os cidadãos».
Uma vez que se trata de um «investimento ambiental», Miguel Albuquerque disse ainda que espera com esta medida diminuir a poluição, melhorar a qualidade de vida dos munícipes, diminuir o tráfego de veículos individuais, sobretudo na baixa do Funchal, e proporcionar às pessoas com pouca mobilidade a possibilidade de circularem no centro da cidade de «forma agradável e segura».
Neste sentido, o autarca revelou que «cai pela base qualquer argumento, no sentido de se dizer que a baixa da cidade não tem transportes, nem possibilidade de mobilidade, a não ser pedonal», frisando que «o Funchal não tem só um autocarro tecnologicamente avançado como tem a possibilidade de circular aqui no centro abrangendo a zona das escolas de forma gratuita».
De salientar que este projecto nasceu a partir de um “ensaio” realizado, com sucesso, na época do Natal, altura em que foi colocado ao dispor da população a “Linha Eco” sem qualquer encargo para os utilizadores. Desse ensaio, o responsável pela Empresa Horários do Funchal, Nuno Homem Costa, revelou que registou-se um acréscimo de 200 por cento, mil para três mil pessoas transportadas numa semana».
Expectante quanto ao impacto que estes seis meses com linha gratuita terão junto da população, Miguel Albuquerque frisou que embora este seja um ensaio de seis meses, «estamos convencidos que vai ter tamanho sucesso que depois teremos de protelá-lo durante bastante tempo».
Esta nova oferta de transporte gratuito será assegurado por quatro autocarros do modelo Gulliver, não poluentes, que compõem a "Linha Eco"da HF, com 5,3 metros de comprimento, com lotação para oito passageiros sentados, 11 em pé e uma cadeira de rodas.
Linha Verde nascerá em Setembro
O presidente da Câmara anunciou ontem também que em Setembro próximo surgirá também uma “Linha Verde” isto é, um acordo com a Secretaria Regional do Turismo e Transportes, que colocará um autocarro a circular de 10 minutos entre a zona oeste da cidade e o centro do Funchal, sendo que, através de protocolos e pacotes de bilhetes com hotéis, acabará com a necessidade de serem usados veículos de grande porte para transporte de turistas, que são neste momento factor de congestionamento na marginal da cidade.
A este respeito, Conceição Estudante explicou que o projecto integra-se em «estratégias de desenvolvimento da Horários do Funchal em concertação com a Câmara Municipal» e que o objectivo é tornar o Funchal «uma cidade cada vez mais moderna», sendo que tal passa por uma política de transportes alternativos.
Na opinião da secretária regional do Turismo e Transportes, «estes veículos estão neste momento a serem utilizados como forma de transformação dos hábitos dos cidadãos da cidade do Funchal. Esta forma de chegar gratuitamente às pessoas não visa outra coisa que não a sua sensibilidade e a sua habituação porque, a partir do momento em que tem de passar a hábito automatizado, é mais fácil passar a utilizar este e os outros que virão».
Albuquerque garante que esta não é uma medida eleitoralista
Questionado se esta poderia ser entendida como uma medida eleitoralista, Miguel Albuquerque, que se recandidata para mais um mandato na CMF, rejeitou a crítica desta ser considerada uma medida eleitoralista, afirmando que «já estou há 15 anos na Câmara. Estas são políticas que temos de seguir e os veículos já estão a circular há mais tempo».

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Linha Eco será gratuita a partir de 1 de Setembro…

Câmara pretende diminuir o trânsito automóvel no centro da cidade

Depois de um “ensaio” realizado no Natal passado, a Câmara Municipal do Funchal volta a disponibilizar gratuitamente à população, viagens em quatro autocarros ecológicos que ligam as principais artérias da cidade, com passagens pelas zonas escolar e turística. Um «investimento ambiental» que visa «diminuir a poluição, melhorar a qualidade de vida dos munícipes e diminuir o tráfego de veículos individuais, sobretudo na baixa do Funchal».

A partir do próximo dia 1 de Setembro, e nos seis meses seguintes, os quatro autocarros ecológicos, da Linha Eco da Empresa Horários do Funchal, vão poder ser utilizados gratuitamente pela população.
A medida, apresentada ontem em conferência de imprensa que juntou o presidente da Câmara Municipal do Funchal, secretária regional do Turismo e Transportes, e presidente da empresa de transportes colectivos Horário do Funchal (HF), é entendida por estes responsáveis como sendo «mais um passo no sentido de melhorar a qualidade de vida dos munícipes e visitantes no centro da cidade».
Esta medida, segundo referiu Miguel Albuquerque, vai custar à Câmara cerca de 37 mil euros através de publicidade institucional.
Embora os ganhos não sejam «mensuráveis em termos de dinheiro», o autarca explicou que o grande objectivo está «na melhoria da circulação e igualdade de oportunidades para os cidadãos».
Uma vez que se trata de um «investimento ambiental», Miguel Albuquerque disse ainda que espera com esta medida diminuir a poluição, melhorar a qualidade de vida dos munícipes, diminuir o tráfego de veículos individuais, sobretudo na baixa do Funchal, e proporcionar às pessoas com pouca mobilidade a possibilidade de circularem no centro da cidade de «forma agradável e segura».
Neste sentido, o autarca revelou que «cai pela base qualquer argumento, no sentido de se dizer que a baixa da cidade não tem transportes, nem possibilidade de mobilidade, a não ser pedonal», frisando que «o Funchal não tem só um autocarro tecnologicamente avançado como tem a possibilidade de circular aqui no centro abrangendo a zona das escolas de forma gratuita».
De salientar que este projecto nasceu a partir de um “ensaio” realizado, com sucesso, na época do Natal, altura em que foi colocado ao dispor da população a “Linha Eco” sem qualquer encargo para os utilizadores. Desse ensaio, o responsável pela Empresa Horários do Funchal, Nuno Homem Costa, revelou que registou-se um acréscimo de 200 por cento, mil para três mil pessoas transportadas numa semana».
Expectante quanto ao impacto que estes seis meses com linha gratuita terão junto da população, Miguel Albuquerque frisou que embora este seja um ensaio de seis meses, «estamos convencidos que vai ter tamanho sucesso que depois teremos de protelá-lo durante bastante tempo».
Esta nova oferta de transporte gratuito será assegurado por quatro autocarros do modelo Gulliver, não poluentes, que compõem a "Linha Eco"da HF, com 5,3 metros de comprimento, com lotação para oito passageiros sentados, 11 em pé e uma cadeira de rodas.
Linha Verde nascerá em Setembro
O presidente da Câmara anunciou ontem também que em Setembro próximo surgirá também uma “Linha Verde” isto é, um acordo com a Secretaria Regional do Turismo e Transportes, que colocará um autocarro a circular de 10 minutos entre a zona oeste da cidade e o centro do Funchal, sendo que, através de protocolos e pacotes de bilhetes com hotéis, acabará com a necessidade de serem usados veículos de grande porte para transporte de turistas, que são neste momento factor de congestionamento na marginal da cidade.
A este respeito, Conceição Estudante explicou que o projecto integra-se em «estratégias de desenvolvimento da Horários do Funchal em concertação com a Câmara Municipal» e que o objectivo é tornar o Funchal «uma cidade cada vez mais moderna», sendo que tal passa por uma política de transportes alternativos.
Na opinião da secretária regional do Turismo e Transportes, «estes veículos estão neste momento a serem utilizados como forma de transformação dos hábitos dos cidadãos da cidade do Funchal. Esta forma de chegar gratuitamente às pessoas não visa outra coisa que não a sua sensibilidade e a sua habituação porque, a partir do momento em que tem de passar a hábito automatizado, é mais fácil passar a utilizar este e os outros que virão».
Albuquerque garante que esta não é uma medida eleitoralista
Questionado se esta poderia ser entendida como uma medida eleitoralista, Miguel Albuquerque, que se recandidata para mais um mandato na CMF, rejeitou a crítica desta ser considerada uma medida eleitoralista, afirmando que «já estou há 15 anos na Câmara. Estas são políticas que temos de seguir e os veículos já estão a circular há mais tempo».

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Linha Eco será gratuita a partir de 1 de Setembro…

Câmara pretende diminuir o trânsito automóvel no centro da cidade

Depois de um “ensaio” realizado no Natal passado, a Câmara Municipal do Funchal volta a disponibilizar gratuitamente à população, viagens em quatro autocarros ecológicos que ligam as principais artérias da cidade, com passagens pelas zonas escolar e turística. Um «investimento ambiental» que visa «diminuir a poluição, melhorar a qualidade de vida dos munícipes e diminuir o tráfego de veículos individuais, sobretudo na baixa do Funchal».

A partir do próximo dia 1 de Setembro, e nos seis meses seguintes, os quatro autocarros ecológicos, da Linha Eco da Empresa Horários do Funchal, vão poder ser utilizados gratuitamente pela população.
A medida, apresentada ontem em conferência de imprensa que juntou o presidente da Câmara Municipal do Funchal, secretária regional do Turismo e Transportes, e presidente da empresa de transportes colectivos Horário do Funchal (HF), é entendida por estes responsáveis como sendo «mais um passo no sentido de melhorar a qualidade de vida dos munícipes e visitantes no centro da cidade».
Esta medida, segundo referiu Miguel Albuquerque, vai custar à Câmara cerca de 37 mil euros através de publicidade institucional.
Embora os ganhos não sejam «mensuráveis em termos de dinheiro», o autarca explicou que o grande objectivo está «na melhoria da circulação e igualdade de oportunidades para os cidadãos».
Uma vez que se trata de um «investimento ambiental», Miguel Albuquerque disse ainda que espera com esta medida diminuir a poluição, melhorar a qualidade de vida dos munícipes, diminuir o tráfego de veículos individuais, sobretudo na baixa do Funchal, e proporcionar às pessoas com pouca mobilidade a possibilidade de circularem no centro da cidade de «forma agradável e segura».
Neste sentido, o autarca revelou que «cai pela base qualquer argumento, no sentido de se dizer que a baixa da cidade não tem transportes, nem possibilidade de mobilidade, a não ser pedonal», frisando que «o Funchal não tem só um autocarro tecnologicamente avançado como tem a possibilidade de circular aqui no centro abrangendo a zona das escolas de forma gratuita».
De salientar que este projecto nasceu a partir de um “ensaio” realizado, com sucesso, na época do Natal, altura em que foi colocado ao dispor da população a “Linha Eco” sem qualquer encargo para os utilizadores. Desse ensaio, o responsável pela Empresa Horários do Funchal, Nuno Homem Costa, revelou que registou-se um acréscimo de 200 por cento, mil para três mil pessoas transportadas numa semana».
Expectante quanto ao impacto que estes seis meses com linha gratuita terão junto da população, Miguel Albuquerque frisou que embora este seja um ensaio de seis meses, «estamos convencidos que vai ter tamanho sucesso que depois teremos de protelá-lo durante bastante tempo».
Esta nova oferta de transporte gratuito será assegurado por quatro autocarros do modelo Gulliver, não poluentes, que compõem a "Linha Eco"da HF, com 5,3 metros de comprimento, com lotação para oito passageiros sentados, 11 em pé e uma cadeira de rodas.
Linha Verde nascerá em Setembro
O presidente da Câmara anunciou ontem também que em Setembro próximo surgirá também uma “Linha Verde” isto é, um acordo com a Secretaria Regional do Turismo e Transportes, que colocará um autocarro a circular de 10 minutos entre a zona oeste da cidade e o centro do Funchal, sendo que, através de protocolos e pacotes de bilhetes com hotéis, acabará com a necessidade de serem usados veículos de grande porte para transporte de turistas, que são neste momento factor de congestionamento na marginal da cidade.
A este respeito, Conceição Estudante explicou que o projecto integra-se em «estratégias de desenvolvimento da Horários do Funchal em concertação com a Câmara Municipal» e que o objectivo é tornar o Funchal «uma cidade cada vez mais moderna», sendo que tal passa por uma política de transportes alternativos.
Na opinião da secretária regional do Turismo e Transportes, «estes veículos estão neste momento a serem utilizados como forma de transformação dos hábitos dos cidadãos da cidade do Funchal. Esta forma de chegar gratuitamente às pessoas não visa outra coisa que não a sua sensibilidade e a sua habituação porque, a partir do momento em que tem de passar a hábito automatizado, é mais fácil passar a utilizar este e os outros que virão».
Albuquerque garante que esta não é uma medida eleitoralista
Questionado se esta poderia ser entendida como uma medida eleitoralista, Miguel Albuquerque, que se recandidata para mais um mandato na CMF, rejeitou a crítica desta ser considerada uma medida eleitoralista, afirmando que «já estou há 15 anos na Câmara. Estas são políticas que temos de seguir e os veículos já estão a circular há mais tempo».

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Sábado, 15 de Agosto de 2009

Lei das 125…

 

Condutores de Ligeiros passam a ter Habilitação para Condução de Motociclos da Subcategoria A1

Foi publicada em Diário da República a Lei n.º 78/2009, de 13 de Agosto, que procede à oitava alteração ao Código da Estrada, permitindo aos titulares de Carta de Condução válida para veículos da categoria B (automóveis ligeiros) a habilitação legal para a condução de motociclos da subcategoria A1.

Logótipo do DRE

A Lei n.º 78/2009 vem permitir “o averbamento da habilitação legal para a condução de veículos da categoria A1 à Carta de Condução que habilita legalmente para a condução de veículos da categoria B”. Desta forma, os titulares de Carta de Condução válida para veículos da categoria B passam a considerar-se também habilitados para a condução de motociclos de cilindrada não superior a 125 cm3.

Esta disposição aplica-se a todos os titulares de Carta de Condução válida para a categoria B com idade igual ou superior a 25 anos ou titulares de habilitação legal válida para a condução de ciclomotores. Caso não cumpram nenhuma destas condições, estão sujeitos à realização e aprovação em exame prático, sendo facultativa a instrução adicional em escola de condução.

A presente Lei entra em vigor dia 14 de Agosto e, no prazo de 30 dias, o Governo regulamentará os requisitos técnicos do exame referido.


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