Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

O que precisa de saber para negociar um novo empréstimo…

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

Saiba quanto poderá poupar se conseguir reduzir o ‘spread’ aplicado ao seu crédito à habitação.

Apesar das taxas Euribor estarem em mínimos históricos, os bancos têm vindo a aumentar os ‘spreads'. O Diário Económico mostra-lhe o que precisa de saber sobre os ‘spreads' no crédito da casa.

1. Quem contrata agora um empréstimo consegue juros mais baixos?
Não necessariamente. Isto porque, apesar de beneficiar das taxas Euribor com valores mínimos, as avaliações bancárias mais baixas, ‘spreads' mais elevados e financiamento até 80% do valor do imóvel constituem o cenário "oferecido" pelos bancos. Desta forma, o "ganho" com a descida dos indexantes é, em parte anulado, com o ‘spread'.

2. O que é o ‘spread'?
O ‘spread' corresponde à margem dos bancos, ao lucro por concederem crédito. Os indexantes traduzem o custo de financiamento dos bancos no mercado internacional. Assim, o banco acresce o ‘spread' ao indexante que assim obtém mais-valias no negócio de concessão de crédito.

3. Qualquer cliente tem acesso ao ‘spread' mínimo?
Não. Por norma, o acesso ao ‘spread' mínimo no crédito à habitação implica preencher um conjunto de requisitos. Além da subscrição de alguns produtos é avaliado o risco do cliente para o banco, e quanto menor o risco melhores as condições.

4. Como renegociar o 'spread' de um crédito já existente?
Argumente que já amortizou parte do crédito, ou seja, a sua dívida é menor, e, por essa razão, o risco para o banco diminuiu. Avalie a relação bancária e explique que tem sido um bom cliente e cumpridor dos compromissos. Mostre simulações feitas noutros bancos e "ameace" que vai transferir o crédito.

5. Como conseguir negociar o 'spread' num novo contrato de crédito?
Antes de contratar um empréstimo, faça uma simulação no seu banco e também noutras instituições. No caso de a proposta do seu banco não o agradar pode sempre apresentar as simulações efectuadas noutros bancos como elemento negocial. Se outros bancos oferecerem melhores condições, não hesite em fazer aí o seu crédito. Se para lhe reduzir o ‘spread', o banco sugerir a subscrição de um produto verifique se compensa. Isto porque, se a prestação baixar 20 euros mas o novo produto lhe custar, por exemplo, 25 euros por mês, está a perder dinheiro.

6. Vale a pena subscrever produtos para baixar o ‘spread'?
Nem sempre subscrever produtos simplesmente para baixar o ‘spread' compensa. Pedir um cartão de crédito, subscrever um PPR, mais alguns seguros, etc, pode representar um custo inclusivamente mais elevado do que a poupança que irá conseguir por efeito de redução do ‘spread'. O melhor é pedir os valores e fazer as contas. A partir de Outubro já será mais fácil, uma vez que passará a vigorar a lei que introduziu a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER). Esta taxa, além dos custos directos do crédito à habitação, incluindo os encargos iniciais, irá incorporar também os custos dos produtos que o consumidor tem de subscrever para obter a redução do ‘spread' (‘cross-selling'). Assim, o cliente poderá avaliar se a subscrição dos produtos compensa.

7. Quanto poupa se baixar o 'spread', por exemplo, em três pontos percentuais?
Quando reduz o ‘spread', está também a diminuir o custo do crédito e a respectiva prestação mensal. Pode parecer pouca a diferença, mas ao final de um ano poderá poupar umas centenas de euros. Por exemplo, num crédito à habitação de 150 mil euros a 30 anos (indexado à Euribor a seis meses a 2,723%), uma redução de 0,3 pontos percentuais pode originar uma poupança anual superior a 200 euros e mais de 6.200 no total do empréstimo. Partindo do princípio que as condições do empréstimo não se alteram. Com um ‘spread' de 1,5% a prestação a pagar seria de 490,34 euros enquanto com um ‘spread' de 1,2% a prestação baixa para 472,96 euros, ou seja, menos 17,37 euros por mês.

8. O banco pode alterar o ‘spread' de um crédito já existente?
Não. Como em qualquer contrato há um acordo entre partes, e não podem existir alterações decididas unilateralmente, a não ser que o contrato o preveja. Nesse caso o banco terá de comunicar antecipadamente ao cliente a alteração. Com a nova lei, que entra em vigor, em Outubro, os bancos vão deixar de poder aumentar o ‘spread', depois de decorrido um ano após o incumprimento, por parte do cliente, das condições contratas.


publicado por... liliana_12 às 09:23
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O que precisa de saber para negociar um novo empréstimo…

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

Saiba quanto poderá poupar se conseguir reduzir o ‘spread’ aplicado ao seu crédito à habitação.

Apesar das taxas Euribor estarem em mínimos históricos, os bancos têm vindo a aumentar os ‘spreads'. O Diário Económico mostra-lhe o que precisa de saber sobre os ‘spreads' no crédito da casa.

1. Quem contrata agora um empréstimo consegue juros mais baixos?
Não necessariamente. Isto porque, apesar de beneficiar das taxas Euribor com valores mínimos, as avaliações bancárias mais baixas, ‘spreads' mais elevados e financiamento até 80% do valor do imóvel constituem o cenário "oferecido" pelos bancos. Desta forma, o "ganho" com a descida dos indexantes é, em parte anulado, com o ‘spread'.

2. O que é o ‘spread'?
O ‘spread' corresponde à margem dos bancos, ao lucro por concederem crédito. Os indexantes traduzem o custo de financiamento dos bancos no mercado internacional. Assim, o banco acresce o ‘spread' ao indexante que assim obtém mais-valias no negócio de concessão de crédito.

3. Qualquer cliente tem acesso ao ‘spread' mínimo?
Não. Por norma, o acesso ao ‘spread' mínimo no crédito à habitação implica preencher um conjunto de requisitos. Além da subscrição de alguns produtos é avaliado o risco do cliente para o banco, e quanto menor o risco melhores as condições.

4. Como renegociar o 'spread' de um crédito já existente?
Argumente que já amortizou parte do crédito, ou seja, a sua dívida é menor, e, por essa razão, o risco para o banco diminuiu. Avalie a relação bancária e explique que tem sido um bom cliente e cumpridor dos compromissos. Mostre simulações feitas noutros bancos e "ameace" que vai transferir o crédito.

5. Como conseguir negociar o 'spread' num novo contrato de crédito?
Antes de contratar um empréstimo, faça uma simulação no seu banco e também noutras instituições. No caso de a proposta do seu banco não o agradar pode sempre apresentar as simulações efectuadas noutros bancos como elemento negocial. Se outros bancos oferecerem melhores condições, não hesite em fazer aí o seu crédito. Se para lhe reduzir o ‘spread', o banco sugerir a subscrição de um produto verifique se compensa. Isto porque, se a prestação baixar 20 euros mas o novo produto lhe custar, por exemplo, 25 euros por mês, está a perder dinheiro.

6. Vale a pena subscrever produtos para baixar o ‘spread'?
Nem sempre subscrever produtos simplesmente para baixar o ‘spread' compensa. Pedir um cartão de crédito, subscrever um PPR, mais alguns seguros, etc, pode representar um custo inclusivamente mais elevado do que a poupança que irá conseguir por efeito de redução do ‘spread'. O melhor é pedir os valores e fazer as contas. A partir de Outubro já será mais fácil, uma vez que passará a vigorar a lei que introduziu a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER). Esta taxa, além dos custos directos do crédito à habitação, incluindo os encargos iniciais, irá incorporar também os custos dos produtos que o consumidor tem de subscrever para obter a redução do ‘spread' (‘cross-selling'). Assim, o cliente poderá avaliar se a subscrição dos produtos compensa.

7. Quanto poupa se baixar o 'spread', por exemplo, em três pontos percentuais?
Quando reduz o ‘spread', está também a diminuir o custo do crédito e a respectiva prestação mensal. Pode parecer pouca a diferença, mas ao final de um ano poderá poupar umas centenas de euros. Por exemplo, num crédito à habitação de 150 mil euros a 30 anos (indexado à Euribor a seis meses a 2,723%), uma redução de 0,3 pontos percentuais pode originar uma poupança anual superior a 200 euros e mais de 6.200 no total do empréstimo. Partindo do princípio que as condições do empréstimo não se alteram. Com um ‘spread' de 1,5% a prestação a pagar seria de 490,34 euros enquanto com um ‘spread' de 1,2% a prestação baixa para 472,96 euros, ou seja, menos 17,37 euros por mês.

8. O banco pode alterar o ‘spread' de um crédito já existente?
Não. Como em qualquer contrato há um acordo entre partes, e não podem existir alterações decididas unilateralmente, a não ser que o contrato o preveja. Nesse caso o banco terá de comunicar antecipadamente ao cliente a alteração. Com a nova lei, que entra em vigor, em Outubro, os bancos vão deixar de poder aumentar o ‘spread', depois de decorrido um ano após o incumprimento, por parte do cliente, das condições contratas.


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No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

No ano passado, a venda de imóveis sofreu a maior quebra dos últimos 15 anos, segundo os dados do INE.

Saiba quanto poderá poupar se conseguir reduzir o ‘spread’ aplicado ao seu crédito à habitação.

Apesar das taxas Euribor estarem em mínimos históricos, os bancos têm vindo a aumentar os ‘spreads'. O Diário Económico mostra-lhe o que precisa de saber sobre os ‘spreads' no crédito da casa.

1. Quem contrata agora um empréstimo consegue juros mais baixos?
Não necessariamente. Isto porque, apesar de beneficiar das taxas Euribor com valores mínimos, as avaliações bancárias mais baixas, ‘spreads' mais elevados e financiamento até 80% do valor do imóvel constituem o cenário "oferecido" pelos bancos. Desta forma, o "ganho" com a descida dos indexantes é, em parte anulado, com o ‘spread'.

2. O que é o ‘spread'?
O ‘spread' corresponde à margem dos bancos, ao lucro por concederem crédito. Os indexantes traduzem o custo de financiamento dos bancos no mercado internacional. Assim, o banco acresce o ‘spread' ao indexante que assim obtém mais-valias no negócio de concessão de crédito.

3. Qualquer cliente tem acesso ao ‘spread' mínimo?
Não. Por norma, o acesso ao ‘spread' mínimo no crédito à habitação implica preencher um conjunto de requisitos. Além da subscrição de alguns produtos é avaliado o risco do cliente para o banco, e quanto menor o risco melhores as condições.

4. Como renegociar o 'spread' de um crédito já existente?
Argumente que já amortizou parte do crédito, ou seja, a sua dívida é menor, e, por essa razão, o risco para o banco diminuiu. Avalie a relação bancária e explique que tem sido um bom cliente e cumpridor dos compromissos. Mostre simulações feitas noutros bancos e "ameace" que vai transferir o crédito.

5. Como conseguir negociar o 'spread' num novo contrato de crédito?
Antes de contratar um empréstimo, faça uma simulação no seu banco e também noutras instituições. No caso de a proposta do seu banco não o agradar pode sempre apresentar as simulações efectuadas noutros bancos como elemento negocial. Se outros bancos oferecerem melhores condições, não hesite em fazer aí o seu crédito. Se para lhe reduzir o ‘spread', o banco sugerir a subscrição de um produto verifique se compensa. Isto porque, se a prestação baixar 20 euros mas o novo produto lhe custar, por exemplo, 25 euros por mês, está a perder dinheiro.

6. Vale a pena subscrever produtos para baixar o ‘spread'?
Nem sempre subscrever produtos simplesmente para baixar o ‘spread' compensa. Pedir um cartão de crédito, subscrever um PPR, mais alguns seguros, etc, pode representar um custo inclusivamente mais elevado do que a poupança que irá conseguir por efeito de redução do ‘spread'. O melhor é pedir os valores e fazer as contas. A partir de Outubro já será mais fácil, uma vez que passará a vigorar a lei que introduziu a Taxa Anual Efectiva Revista (TAER). Esta taxa, além dos custos directos do crédito à habitação, incluindo os encargos iniciais, irá incorporar também os custos dos produtos que o consumidor tem de subscrever para obter a redução do ‘spread' (‘cross-selling'). Assim, o cliente poderá avaliar se a subscrição dos produtos compensa.

7. Quanto poupa se baixar o 'spread', por exemplo, em três pontos percentuais?
Quando reduz o ‘spread', está também a diminuir o custo do crédito e a respectiva prestação mensal. Pode parecer pouca a diferença, mas ao final de um ano poderá poupar umas centenas de euros. Por exemplo, num crédito à habitação de 150 mil euros a 30 anos (indexado à Euribor a seis meses a 2,723%), uma redução de 0,3 pontos percentuais pode originar uma poupança anual superior a 200 euros e mais de 6.200 no total do empréstimo. Partindo do princípio que as condições do empréstimo não se alteram. Com um ‘spread' de 1,5% a prestação a pagar seria de 490,34 euros enquanto com um ‘spread' de 1,2% a prestação baixa para 472,96 euros, ou seja, menos 17,37 euros por mês.

8. O banco pode alterar o ‘spread' de um crédito já existente?
Não. Como em qualquer contrato há um acordo entre partes, e não podem existir alterações decididas unilateralmente, a não ser que o contrato o preveja. Nesse caso o banco terá de comunicar antecipadamente ao cliente a alteração. Com a nova lei, que entra em vigor, em Outubro, os bancos vão deixar de poder aumentar o ‘spread', depois de decorrido um ano após o incumprimento, por parte do cliente, das condições contratas.


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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Governo dá até 6.500 euros a quem comprar carro eléctrico…

Distribuir a caridade pela classe média…
Numa conferência de imprensa conjunta com o vice-presidente da Nissan para a Europa, José Sócrates avançou com um pacote de medidas de incentivo à compra de carros eléctricos.
A primeira é que todos os edifícios novos, como condomínios privados ou escritórios, vão passar a estar obrigados a ter um posto de abastecimento para carros eléctricos.
A segunda medida é um incentivo de 5.000 euros a quem comprar um carro eléctrico. Este “bónus” pode chegar aos 6.500 euros se da aquisição também resultar o abate de um automóvel antigo.
Os incentivos também vão chegar às empresas. Segundo José Sócrates, as companhias que renovarem a sua frota com carros eléctricos vão ver o IRC reduzido para 50%.
Algumas dúvidas se podem suscitar:

  1. Se o carro eléctrico é tão bom, serão os consumidores tão estúpidos que não adiram a ele sem o subsídio?

  2. Como se quantifica o ganho dos contribuintes que não têm carro ou não pretendam carro eléctrico, em financiar os que por ele optarem?

  3. E as empresas que não tenham frota automóvel e que por essa via pouco ou nada contribuíram para as emissões de CO2, vão pagar IRC pela medida grande porquê?

  4. Quem irá ganhar com a obrigatoriedade da instalação de postos de abastecimento para carros eléctricos nos novos condomínios habitacionais e de escritórios? E então os condóminos não merecem igualmente um subsídio para esta despesa extra?

  5. Se todos nos pusermos a trocar a nossa actual viatura pelo carro eléctrico, que imposto(s) irá(ão) subir e por quanto para financiar milhões de subsídios?

  6. Este pacote de medidas agora anunciado por Sócrates é para já ou trata-se apenas de mais uma aldrabice de campanha?

publicado por... liliana_12 às 15:24
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